Regiões metropolitanas

As regiões metropolitanas brasileiras foram criadas por lei aprovada no Congresso Nacional em 1973, que as definiu como "um conjunto de municípios contíguos e integrados socioeconomicamente a uma cidade central, com serviços públicos e infraestrutura comum".

No Brasil, algumas regiões metropolitanas são mais articuladas do que outras. Historicamente, é perceptível que o sudeste e o sul são regiões cujo processo de articulação é crescente e com propósitos definidos.

No Brasil, são legalmente reconhecidas treze regiões metropolitanas. Duas delas, São Paulo e Rio de Janeiro, são nacionais. As outras onze metrópoles, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Belém, Baixada Santista, Vitória, São Luís e Natal, são consideradas regionais, por exercerem seu poder de polarização apenas em escala regional.

As regiões metropolitanas com maior número de municípios são:

1º São Paulo (39)
2º Belo Horizonte (34)
3º Porto Alegre (31)

A urbanização atinge:

89% no Reino Unido
78% no Japão
77% nos Estados Unidos
80% no Brasil

De acordo com o IBGE, as cidades são classificadas em:

Metrópoles globais, metrópoles nacionais, centro regional, centro sub-regional 1 e centro sub-regional 2.

  

Como referenciar: "Regiões metropolitanas" em Só Geografia. Virtuous Tecnologia da Informação, 2007-2019. Consultado em 25/03/2019 às 12:54. Disponível na Internet em http://www.sogeografia.com.br/Conteudos/GeografiaHumana/Urbanizacao/urbanizacao3.php